Mercado de Títulos
1. Distingue mercado primário de mercado secundário.
O Mercado primário é uma parte do mercado de capitais onde são transacionados títulos numa primeira oferta pública, já no mercado secundário realizam-se compras e vendas de títulos lançados anteriormente no mercado primário, dado que quem adquire os títulos no mercado primário nem sempre os conserva até à maturidade.
2. Compara o empréstimo obrigacionista com o aumento de capital quanto:a) à rentabilidade dos títulos: enquanto que as obrigações são remuneradas com os empréstimos, as ações são remuneradas através do lucro da empresa, sendo assim mais rentáveis.
b) à possibilidade de as empresas ajustarem os pagamentos à conjuntura económica: as empresas têm de pagar sempre os juros e às obrigações independentemente do estado da economia, enquanto que as ações são pagas pelos juros das empresas.
3. Explicita o significado dos termos:
a) Tomada firme: acontece caso a instituição financeira a cargo da operação se responsabilize a adquirir os títulos não subscritos pelos investidores.
b) Corretoras: são as que executam as ordens dos clientes na bolsa.
c) Cotação: e o preço efetuado pelos indivíduos e pelas empresas. .
4. Distingue bull market de bear market.
Bull market significa que o mercado de ações está em alta, associando-se com o aumento da confiança dos investidores, aumentando o investimento na expectativa de futuros aumentos de preços, enquanto que Bear market significa que o mercado de ações está em queda geral durante um período de tempo.
5. Imagina que em 22 de Janeiro de 2018 tinhas uma carteira de 10.000 € em títulos, cujo valor subiu e desceu ao ritmo do PSI-20.
Utiliza este gráfico (PSI / HISTÓRICO / 5 ANOS) para calcular o valor actual da tua carteira (em 23 de Maio de 2022).
Hoje em comparação a 22 de Janeiro de 2018, que esteve com o PSI: 5744,8300; Esta com PSI: 6079,5100 que teve um aumento relativamente ao inicio de ano.
6. Refere as diferentes possibilidades que os indivíduos têm de rentabilizar os seus investimentos distinguindo os conceitos de price-taker e price-maker.
Os Price-takers acontecem quando os indivíduos ou as empresas que não são suficientemente influentes para afectar o preço dos títulos transaccionados, já os Price-makers acontecem quando os indivíduos ou as empresas que possuem a maioria das acções, podem influenciar o seu preço, se derem uma ordem de compra ou de venda de um volume significativo dos títulos.
6. Refere as diferentes possibilidades que os indivíduos têm de rentabilizar os seus investimentos distinguindo os conceitos de price-taker e price-maker.
Os Price-takers acontecem quando os indivíduos ou as empresas que não são suficientemente influentes para afectar o preço dos títulos transaccionados, já os Price-makers acontecem quando os indivíduos ou as empresas que possuem a maioria das acções, podem influenciar o seu preço, se derem uma ordem de compra ou de venda de um volume significativo dos títulos.
7. A entidade que regula a atividade da Bolsa é a CMVM. Consultando o seu Guia do Investidor * (Backup):
a) Descreve três dos valores mobiliários mais conhecidos;
1º- As ações: são valores mobiliários que representam uma parcela do capital social de
uma sociedade anónima.
2º- As obrigações: são as que representam uma parte de um empréstimo contraído por uma empresa ou entidade junto dos investidores.
3º- Os certificados: são valores mobiliários que têm uma duração limitada e atribuem aos
investidores o direito a receber em dinheiro o valor de um ativo subjacente numa data
determinada.
b) Apresenta duas razões para os Fundos de Investimento serem particularmente atrativos para os pequenos investidores;
Os fundos de investimento são particularmente atrativos para os pequenos investidores, já que comprando-os com apenas um título conseguimos imediatamente diversificar;
Não é necessário preciso ter um grande montante para diversificarem-se, pois os fundo em sim já são e o capital é gerido por especialista em empresas gestoras.
c) Identifica as categorias de investidores criadas. (pp. 68) Interpreta a criação destas categorias após a crise financeira de 2008.
As categoria de investidores criadas são, as não institucionais e as institucionais, graças às diferenças de formação, a experiência e a capacidade financeira; os investidores particulares têm necessidades de proteção diferentes.
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